terça-feira, 29 de maio de 2012

Acolhimento da psicóloga: um trabalho necessário !

       O Serviço Social conta também com o trabalho da Psicóloga Patrícia dos Santos para atender as famílias no momento do falecimento. Com um olhar diferenciado no ramo da psicologia, Patrícia irá dar mais ênfase ao Acolhimento para a pessoa enlutada. Ou seja, Patrícia realizará atendimento personalizado para os casos em que a pessoa sente necessidade de ser ouvida, de ser acolhida em uma sala reservada, com hora marcada. Este trabalho é uma inovação e aposta do Serviço Social.Além de ser Psicóloga, Patrícia fez juntamente com a Assistente Social um curso de Formação em Tanatologia pela Rede Nacional de Tanatologia para aprimorar ainda mais o conhecimento. E ainda juntamente com a Assistente Social criou o "Grupo Girassol - Apoio ao Enlutado Boa Vida" direcionado aos associados, público em geral e gratuito (em outra postagem daremos ênfase ao Grupo Girassol - Boa Vida).Objetivos do Acolhimento:
  • Permitir que a pessoa viva o luto, promovendo o espaço para as manifestações de sofrimento, de pesar, que muitas vezes em nossa sociedade são encarados como fraqueza, fazendo com que o enlutado não encontre espaço para expressar seus sentimentos; 
  • Trabalhar a readaptação. Onde o enlutado passa a desempenhar papéis que antes não desempenhava;
  • Vivência de sentimentos e pensamentos que o enlutado evitava;
  • Prevenir situações de desequilíbrio familiar, mantendo a união e o compartilhar da dor com transparência, evitando o pacto de silêncio;
  • Instigar o enlutado a retomar suas atividades profissionais identificando, junto com ele, o melhor momento para o retorno;
           Patrícia relata que trabalha com as famílias enlutadas sob uma perspectiva de Plantão Psicológico e Acolhimento, que se dá de maneira um pouco diferente da Psicoterapia, que necessita em alguns casos de um período um pouco mais longo para trabalhar as demandas do enlutado.Enfatiza que o sofrimento é único e que ninguém, nem mesmo outros membros da família sofrerá exatamente da mesma maneira. Cada pessoa tem seu tempo, reage de forma diferente e também não existem regras de certo e errado.Patrícia trabalha no Serviço Social há 1 ano e sete meses e contribuirá muito para que o associado consiga lidar com o sentimento da perda:








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