sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Sensação de dever cumprido ...

É uma satisfação para o setor do Serviço Social chegar no final do ano com uma sensação de dever cumprido. Pois cada atendimento que realizamos, cada família que acolhemos é única e merece o respeito de todos que compõem o setor.
A equipe do Serviço Social do Boa Vida é pequena e é composta por 5 colaboradores. Entre eles Sr.João que trabalha há 11 anos no Boa Vida, sua atividade é realizar assistência aos velórios. Sr.Dalmo que em suas atividades também consta realizar assistência aos velórios (porém nas cidades de Indaial, Timbó, Ascurra, Apiúna, Rodeio, Benedito Novo e Dr.Pedrinho). Sr.Ademir que trabalha há 8 anos e realiza assistência aos velórios e acompanha as famílias para registrar óbito no cartório (intercala as assistências aos velórios com o Sr.João). Trabalha ainda no setor Patrícia que exerce há 4 anos a profissão de psicóloga, além de atender a família na parte  burocrática na hora do óbito e pós óbito, ela realiza uma atividade singular e importantíssima para a família enlutada que é atender aquela pessoa que está passando por um luto delicado e precisa de acompanhamento psicológico. E por fim Tássia que trabalha há mais de 7 anos no Boa Vida e é Assistente Social e Coordenadora do setor, suas tarefas são também de atender a família na hora do óbito e pós óbito em Blumenau e nas filiais de Indaial e Timbó e realiza quando necessário visitas domiciliares juntamente com a Patrícia.
Embora a idade dos colaboradores do Serviço Social esteja entre 30 a 64 anos, que nos mostra uma mistura de inter gerações, todos trabalhamos com um objetivo em comum, ou seja, atender com ética, amor e respeito a família enlutada.
A experiência que os colaboradores possuem em atendimento a família enlutada e o carinho com que desempenham a sua função, faz do Boa Vida o pioneiro em assistência familiar em Blumenau e cidades vizinhas.

Por fim, como Assistente Social e Coordenadora do setor,
gostaria de deixar uma mensagem:

Antes de pedir algo para 2015, é necessário, fundamental agradecer todo elogio e confiança que nós do Serviço Social recebemos do cliente nesse ano que está chegando ao fim. Agradecer o reconhecimento que temos por parte do cliente Boa Vida que mesmo no momento difícil que é a perda do ente querido, ele pensa, reflete e nos privilegia com palavras de afeto, gratidão e carinho pelo trabalho que realizamos aqui no Serviço Social. Eu utilizo a frase do Steve Jobs: "Para se ter sucesso, é necessário amar de verdade o que se faz".
Deixo aqui, meu abraço fraterno e minha gratidão aos colaboradores do Serviço Social, por todo comprometimento, respeito e pelo belo trabalho desenvolvido neste ano de 2014.

E a todos os amigos/colegas de trabalho, a todos os clientes, parceiros e fornecedores, desejamos um Natal cheio de esperança, de fé e que o nascimento de Jesus reacenda toda a esperança e prosperidade dentro de você!
Que 2015 seja novamente um ano de muito amor, na vida pessoal e profissional e que você faça dos seus sonhos a realidade tão esperada !


Foto da equipe do Serviço Social :
Na foto (esqu. em cima) Tássia e Sr.João,
Na foto (dir. em cima) Sr.Dalmo e Tássia.


Na foto (esqu. para dir. embaixo) Tássia e Sr.Ademir,
Na foto (dir. para esq.) Tássia e Patrícia.




Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social .


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Novo veículo compõe a frota de carros do Serviço Social Boa Vida


           No dia de hoje, Tássia, Patrícia e Taise receberam o UP novo veículo que será utilizado tanto pelas colaboradoras do Serviço Social, como pela Taise que é Supervisora do escritório Boa Vida.


Na foto: na frente: Patrícia, Tássia e Taíse. 
Atrás delas está Paulo da Blusa.




Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Informe-se sobre o "Grupo Girassol": Apoio ao Enlutado Boa Vida


 O que é o grupo?

O Grupo Girassol é um grupo de apoio as pessoas que tiveram perdas (por morte) e que estão vivenciando o processo de luto.
O grupo é coordenado  pela Patrícia - Psicóloga e Tássia - Coordenadora do Serviço Social/Assistente Social. Portanto, temos o olhar da psicologia e da área social.

Quem pode participar?

Qualquer pessoa que teve perda por morte. Podem participar clientes ou não do Boa Vida. Não há restrição quanto a credo, gênero ou religião.

Como posso participar?

Realizando a inscrição através do telefone 3222-9999 ou no escritório do Boa Vida, localizado na Rua São Paulo em frente a Renault Veículos. As vagas são limitadas e a inscrição é gratuita.

Quanto tempo dura esse grupo?

Cada ciclo com o mesmo grupo de pessoas, tem duração de aproximadamente 6 a 8 encontros.

Como ocorrem os encontros?

Os encontros ocorrem 2 vezes por mês. Ou seja, se são 6 encontros, a duração é de 3 meses.

O que acontece nesses encontros? Quais são os recursos utilizados?

Nos encontros trabalhamos a dor da perda e a vivência do luto, através da socialização. Os encontros contam com a participação ativa dos participantes, realizamos atividades, rodas de conversa, vivências, tarefas para casa, textos auxiliares, vídeos, filmes tudo isso para ajudar a pessoa que perdeu seu ente querido a entender algumas reações que o luto provoca. O grupo proporciona alívio para quem sofre, pois permite a expressão dos sentimentos, os participantes encontram um local seguro para expor suas questões.
É um espaço saudável de troca e reflexão sobre a vivência do luto.

 Documento escrito por: Patrícia dos Santos – Psicóloga Plano Boa Vida

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Ciranda cirandinha, vamos todos cirandar... Morte também é assunto de criança, não devemos evitar




A morte de um ente querido provoca imensa dor na criança, falar sobre morte não significa criar ou aumentar a dor, ao contrário, pode aliviar a criança e facilitar-lhe a elaboração do luto.
A reação da criança diante da morte de um ente querido (pai, mãe, irmão ou outro), dependerá de sua criação até o momento da perda e também do relacionamento que ela tinha com a pessoa que morreu. Se a criança não for influenciada negativamente por fantasias e temores dos adultos sobre a morte, a vivenciará com certa naturalidade.
Quando ocorre a morte de um ente querido, a criança apresenta dúvidas em relação ao ocorrido e necessita conversar sobre o assunto. Leve em conta os seguintes cuidados ao falar:
         Escolha alguém próximo da criança, e que esteja em melhores condições emocionais para lhe dar a notícia.
         Coloque-a nos braços, acolha-a fisicamente neste momento.
         Evite detalhar a causa da morte, especialmente em caso de violência.
         Deixe-a a vontade para perguntar o que quiser sobre o assunto.
         Utilize a palavra morte e evite substituições como: “dormiu”, “viajou”, “partiu”, “foi embora”. Estas palavras podem confundir a criança que ainda leva tudo ao pé da letra.
            A criança também vive o luto de diferentes maneiras. O luto envolve um estado de tristeza, de diferentes reações cognitivas e comportamentais, dependendo do estágio de desenvolvimento em que a criança se encontra. Uma mistura de sentimentos e de sensações: raiva, medo, abandono, culpa.
            É comum a criança fantasiar que a pessoa que morreu a abandonou, e sinta raiva por isso, podendo tornar-se mais agressiva por um tempo. Algumas se sentem culpadas, imaginando que fizeram alguma coisa errada e, por isso, a pessoa morreu. Elas costumam arrumar soluções mágicas para evitar esta dor. Não é raro ouvirmos a criança dizer que vai para o céu buscar a pessoa que se foi.
            Geralmente, a criança passa a ter medo de perder outras pessoas que ama e fica mais apegada a elas; não quer se separar delas nem para ir à escola ou à casa de um amiguinho. Esse comportamento não é permanente, passará com o tempo, mas os familiares devem ter paciência e compreender o que está acontecendo.
Mas afinal, criança deve ir em velório?
            As crianças podem sim ir ao velório, desde que seja consultada a respeito disso. É importante que elas saibam o que acontece em um velório, portanto, diga o que ela vai encontrar lá...pessoas chorando porque estão tristes, que a pessoa que morreu não sente mais frio, nem dor e que não irá mais voltar depois que todos se despedirem dela, que estará deitada dentro de uma caixa de madeira – o caixão, que estará fria, mas que se quiser poderá tocá-la. Não obrigue a criança a ir ao velório, mas também não negue sua participação no ritual.

 Educar para a morte é prepará-las para a vida.




Referências: Livro – Tanatologia Temas Impertinentes - O Luto Infantil
www2.londrina.pr.gov.br – Morte também é assunto de criança - por Ana Lúcia Naletto

Escrito por:  Patrícia dos Santos – Psicóloga - Serviço Social Boa Vida – Formação em Perdas, luto e separação (Tanatologia).

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Planejar-se para que ?


          

                Planejar é criar passo a passo seja de uma viagem, seja o início do filho na escola, um novo trabalho, ou até mesmo o fim da vida.
A vida é uma caixinha de surpresas, hoje estamos vivos, com saúde, trabalhando e realizando outras atividades, mas num piscar de olhos o que era certo e pacato, torna-se incerto e totalmente desgovernado.
          Houve um tempo em que se acreditava que a morte chegava para aquelas pessoas mais velhas, enfermas, acamadas. Entretanto, atualmente corremos riscos o tempo todo e com o aumento de carros, motos e da população, estamos suscetíveis a fatalidade a qualquer momento.
Embora o pensamento das pessoas esteja mudando, ainda há uma parcela da sociedade que não gosta de falar sobre a morte e esse assunto é desviado ou colocado “debaixo do tapete”.
           Além de toda a parte burocrática que a família tem que fazer quando ocorre o falecimento do ente querido, tem ainda que lidar com a emoção e a dor de tê-lo perdido.
Os planos funerais servem para o planejamento familiar, pois na maioria das vezes, a pessoa faz o plano não para “chamar a morte” ou para utilizá-lo logo, ela faz como uma prevenção, assim como o seguro de carro que a pessoa faz para ter uma segurança se acontecer um acidente ou falha mecânica, ela não faz para “querer bater” ou o “carro estragar”.
Existe alguns serviços que ao longo da vida adquirimos para trazer um conforto para a nossa família, e esta por sua vez é o bem mais precioso que temos.
O objetivo principal do Boa Vida é a assistência ao funeral completa, dentre isso, o cliente possui uma série de vantagens que pode utilizar em vida. Como o próprio nome já diz “Boa Vida”, o cliente recebe uma carteirinha que pode utilizar na rede credenciada e receber descontos especiais (esta rede credenciada tem dentistas, clínicas de fisioterapia e exames laboratoriais *) e a vasta abrangência da rede, oferece um leque de profissionais que pode atender o cliente e toda sua família que faz parte do Boa Vida.
Além dos descontos na rede credenciada, o cliente tem direito ao empréstimo de material de recuperação, andador, muleta, cadeiras de rodas e de banho durante 3 meses de forma gratuita.
           O Boa Vida completará 16 anos e a todo momento investe em mais benefícios para que o cliente tenha segurança e tranquilidade para enfrentar o momento mais difícil que é o falecimento do ente querido.
E como falamos no início desse texto, a vida é uma caixinha de surpresa e independente de idade credo e cor, para morrer “basta estar vivo”.


Planeja-se !
Ligue e faça já o seu plano
3222 9999!!!

http://www.boavida.com.br/planos/
* http://www.boavida.com.br/parceiros/



Texto escrito por Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.
E-mail: tassia.hostin@boavida.com.br





quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Campanha Novembro Azul

           A Campanha do Novembro Azul é realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) para orientar a população masculina quanto aos cuidados preventivos do câncer de próstata. Em Blumenau a ação ganha força através do Rotary Clube (Garcia e Norte) e a Secretaria da Saúde, cujo objetivo é a conscientização para a realização do exame de prevenção e/ou diagnóstico. Quando o diagnóstico ocorre no início da doença, a possibilidade de cura aumenta significativamente. Infelizmente a incidência do câncer de próstata tem aumentado em todo o mundo; dados de pesquisa revelam que surgem cerca de 25.000 novos casos por ano no Brasil.

          Percebe-se que a questão cultural é muito presente em relação a estes dados, pois, os homens são acometidos inicialmente por sentimentos de vergonha, seguido de constrangimento, posteriormente pode até ser substituído pela sensação de alívio em que não aparecem alterações nos exames, ou pensamentos e sentimentos evocados pelo diagnóstico da doença que, diagnosticada precocemente tem cura.

      A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir dos 40 anos de idade que tenham histórico familiar da doença e homens acima dos 50 anos realizem exames anualmente. Os exames são: O PSA (exame de sangue) e o toque retal que possibilita um diagnóstico preciso. É importante mencionar que o câncer de próstata na fase inicial não apresenta nenhum sintoma,portanto, a prevenção é uma questão de saúde e de vida!

Faça exames regularmente!



O Boa Vida apoia esta causa e promove para a equipe palestras que envolvem o tema, que tem como objetivo apoiar a campanha, proporcionar informação adequada, desmistificar estigmas em relação ao exame e tornar a importância do cuidado com a saúde algo presente na vida de seus colaboradores!

Colaborou Patrícia dos Santos, Psicóloga do Boa Vida.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Doações ao brechó da Rede Feminina de Combate ao Câncer


Como forma efetiva de apoio a Campanha do Outubro Rosa, os colaboradores das empresas Boa Vida e Funerária Haas usaram camisetas rosa durante as sextas-feiras do mês de outubro.

Também foi iniciada uma campanha interna com arrecadação de materiais reciclados, para obtenção de valores na realização da venda e também roupas para serem doadas ao brechó da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Blumenau.

Ontem a Assistente Social Tássia Hostin e o colaborador Valdemar da Silva, realizaram a entrega das roupas arrecadadas com a campanha à RFCC de Blumenau . A campanha que se encerrará no dia 15/11/2014, abraçou duas campanhas que tem conquistado cada vez mais força em todos os países, o Outubro Rosa e o Novembro Azul.

O Outubro Rosa acabou, o Novembro Azul começou, no entanto, o cuidado com a saúde permanece todos os meses do ano.

Porque quem se ama, se cuida, se previne!

Faça exames regularmente.

Abaixo fotos do Valdemar e Tássia juntamente com as voluntárias e a Presidente da  Rede Feminina de Combate ao Câncer de Blumenau: 









Colaborou Patrícia dos Santos (Psicóloga) do Boa Vida.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Treinamento sobre o Cerimonial Boa Vida para os colaboradores do Serviço Social

No dia 06/11 Fátima a Cerimonialista do Boa Vida, passou um treinamento aos colaboradores do Serviço Social de como funciona a cerimônia que a mesma realiza nos velórios para os clientes que optam pelo plano de cremação.
Neste treinamento, Sr.Ademir - Assistente a funerais, Sr.Dalmo - Assistente a funerais,  Sr.João - Assistente a funerais e Patrícia - Psicóloga, souberam através de simulação a forma como Fátima realiza a homenagem para a pessoa falecida.
Foi uma tarde de aprendizado e de esclarecimento de várias dúvidas.

O serviço cerimonial pode ser incluso nos planos de 0 a 65 anos para titular, cônjuge, e filhos.

Na foto (da esq. para dir.) Dalmo, João, Ademir, Fátima e Patrícia:






Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Boa Vida recebeu selo "Amigo da Pró-família"



             Na última quarta feira (dia 05/11/14) Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social, foi representar o Boa Vida na entrega do selo "Amigo da Pró-Família 2014" no Teatro Carlos Gomes.

        "Foi uma noite muito emocionante, onde vários grupos da Pró-família sendo de crianças, adolescentes, jovens e da terceira idade se apresentaram.  A Pró-família há anos vem desenvolvendo ações importantíssimas para as pessoas, e os blumenauenses devem aproveitar os cursos, aulas que são oferecidos por esta instituição. Parabéns a todos os colaboradores e a esta fundação". Relatou Tássia.

Abaixo segue algumas fotos:

Da esq. para dir. Sra.Karin Gouvêa - Presidente da Pró-família 
e Tássia Hostin




Tássia Hostin:


Certificado com o selo:




Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social o Boa Vida.

Palestra baseada no livro: Sem medo da morte (Autora Vera Hoffmann) - Palestrante: Marlene Comiotto


Marlene Comiotto, professora voluntária do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) de Florianópolis, ministrará amanhã (sábado) a partir das 16 h, a palestra Sem Medo da Morte, na Livraria Catarinense do Norte Shopping em Blumenau. A entrada é gratuita e não precisa fazer inscrição antecipada.
A palestra é baseada no livro "Sem Medo da Morte - Construindo Uma Realidade Multidimensional "(Editares, 182 pág.), de Vera Hoffmann. Entre os tópicos que serão abordados pela palestrante Marlene Comiotto está a busca do conhecimento quanto a continuidade da vida após a morte, a ilusão da morte biológica, a desmistificação da morte, entre outros.
Maiores informações através do telefone: 3057 2404 da Livraria Catarinense.

Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Você sabe o que é a psicologia ?

É importante mencionar que a Psicologia é uma ciência. É a ciência que se propõe a estudar o comportamento humano e seus processos mentais.
A psicologia completou em 2012, seus 50 anos de regulamentação da profissão no Brasil, e vem conquistando seu espaço nas mais diversas áreas de atuação.
A Psicologia enquanto profissão atende a demandas variadas, em diferentes contextos, visando em todos, a promoção da saúde e qualidade de vida.

Quando procurar ajuda profissional? Um psicólogo?

•    Quando alguma área da nossa vida (conjugal, profissional, espiritual, social, familiar, etc) for afetada por algum pensamento, emoção, sentimento ou comportamento que cause algum tipo de sofrimento, ou prejudique nossa saúde e bem estar;
•    Quando estiver passando por transições difíceis, ou com dificuldades para lidar com determinadas situações;
•    Ou ainda com objetivo do autoconhecimento e valorização pessoal.

 


Texto escrito  por Patrícia dos Santos - Psicóloga do Serviço Social Boa Vida.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Dia de Finados 2014 - Projeto Árvores Pela Vida



O Projeto Árvores Pela Vida criou uma ação diferente para o Dia de Finados desse ano. Acessando o site www.finados2014.com.br você pode fazer uma homenagem plantando uma árvore virtual. É possível também compartilhar no seu Facebook essa homenagem.
Apoio: Boa Vida






Colaborou: Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O luto ao receber um diagnóstico de doença


Na vida, estamos preparados sempre para o melhor, seja para viajar, ter filhos, casar ou passar num concurso público.
Por quê ?
Porque somos educados a sempre ganhar, a sempre ser o melhor, vencer.
E quando a vida nos da uma rasteira e surge o diagnóstico de doença em nós ou em algum familiar, o que esperar do futuro ? O que planejar ? Para onde ir ?
Diante disso, abaixo consta um depoimento de uma jovem que atualmente tem 28 anos e que há quase 5 anos recém casada, recebeu o diagnóstico de uma doença.


           "Ao receber um diagnóstico de doença é algo inexplicável, acho que cada um age de uma forma, mas as dúvidas e confusões de sentimentos são bem parecidas. Lembro-me que antes de receber o diagnóstico concreto, fiz exames que sugeriram várias doenças graves. Foram dois dias até ir a uma especialista que daria um basta em tantas dúvidas. Nesses dias foram muitas opiniões e uma delas veio de um familiar muito próximo que trabalha na área da saúde, que diretamente expressou que todas as possibilidades do meu diagnóstico eram ruim e levavam a morte.
A dor no peito era tanta que minhas lágrimas já haviam secado e eu não tinha mais o que fazer a não ser esperar. Nesse momento aprendi que não devemos dar muita importância para pessoas pessimistas, precisamos focar no melhor, ter paciência por mais doloroso que seja. Quando chegou o dia da consulta, não tive ainda minhas dúvidas sanadas, foi necessária uma biópsia para ter algo mais concreto e não suposições.
            Depois de uma semana veio o diagnóstico final, quando abri e li “Linfoma Maligno de Não-Hodgkin”, meu chão caiu, sabia que se tratava de Câncer e unindo a palavra Maligna era como um pesadelo. Um turbilhão de coisas passou pela minha cabeça, uma delas foi porque eu casei? Agora vou acabar com a vida dele. Fazia alguns meses de casada quando descobri. Porque comigo? Depois pensava, mas não posso me fazer essa pergunta, porque eu queria isso para alguém? Eu não tinha coragem de questionar a Deus, mas recorri a ele para tentar entender.Foi tudo muito confuso e rápido. As lágrimas vinham incontroláveis e até chegar o dia da consulta elas continuaram por mais dois dias. Foi como um refrigério quando a médica disse que minhas chances eram enormes devido a minha idade, e que não era por estar escrito Maligno que eu iria morrer
         Rodeada de pessoas boas que estiveram comigo todo tempo fui aos poucos me acalmando e deixando as coisas acontecerem. O tema é sobre um tipo de luto que sofremos quando recebemos um diagnóstico ruim. Posso dizer que sim sofremos um luto muito grande, não fomos feitos para lidar com a possibilidade de morte prematura. A dor é insuportável e não tem como controlar. Percebemos como somos pequenos e que não está nas nossas mãos a nossa vida não podemos controlar nosso destino. Tive que confiar a minha vida primeiramente a Deus, mas também a profissionais desconhecidos, não sabia o que esperar, quais as reações e dores que eu iria lidar. Além da dor física a dor psicológica surge a todo o momento. Será que vou conseguir? Devo desistir? Completando quase 5 anos ainda é difícil relembrar todos os momentos que passei e decisões que tive que tomar. A única certeza que tenho e que posso passar para as pessoas que recebem todos os dias diagnósticos de doença é que a FÉ é fundamental nesse momento. É preciso crer na cura e no impossível para que tenhamos força para lutar até o fim".
Por E. S. K.


       Gostaríamos de agradecer a esta moça pelo lindo depoimento e parabenizá-la por lutar tanto e por muitas vezes ser o nosso exemplo de superação.
O objetivo desse artigo foi de levar uma palavra de fé e esperança para todas as pessoas que estão passando por este momento.


Depoimento escrito por E. S. K.
Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa vida

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Boa Vida apoia o "Outubro Rosa"

           O Boa Vida aderiu ao "Outubro Rosa" e no mês de outubro os colaboradores usarão uma fita rosa com o objetivo de conscientizar as mulheres para a prevenção do câncer de mama.

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. O movimento que dura o mês inteiro busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce desse tipo de câncer.

O movimento cresce, e se multiplicam as ações relativas ao Outubro Rosa em todas as partes do Brasil. Novamente, este ano, as entidades relacionadas ao câncer de mama e empresas se unem para expandir a campanha.


Em Blumenau a Rede Feminina de Combate ao Câncer esta organizando uma caminhada no dia 19 de outubro. Maiores informações no Facebook da RFCC:  www.facebook.com/events/1521371851434590/



Na foto a esquerda Tássia (Assistente Social)  e na direita Patrícia (Psicóloga) : 


Na foto as colaboradoras do escritório e Serviço Social do Boa Vida e da Funerária Haas: 


Referência em:
Colaborou Patrícia dos Santos - Psicóloga do Boa Vida.

01 de outubro - Dia Internacional do Idoso


O Boa Vida parabeniza a todos os idosos pelo seu dia que foi comemorado no dia 01 de outubro!




Lembre-se:


Parabéns a todos os idosos !!!!!


Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Se eu soubesse...

Abaixo um texto para a reflexão .....


Se eu soubesse que seria a última vez
Que eu a veria adormecida,
Eu a apertaria mais estreitamente em meus braços
E pediria a Deus que guardasse sua alma.
Se eu soubesse que seria a última vez
Que a visse sair pela porta,
Eu a abraçaria e beijaria
E lhe pediria para repetir.
Se eu soubesse que seria a última vez
Escutaria sua voz erguer-se em elogios,
Gravaria em vídeo cada ação e palavra
Para escutá-la de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que seria a última vez,
Sobraria um minuto
Para parar e dizer “Eu te amo”,
Em vez de supor que você soubesse o quanto te amo...
Se eu soubesse que seria a última vez,
Estaria presente para compartilhar o seu dia.
Mas, como tenho certeza de que haverá  muitos mais,
O que importa que passe mais este...
Porque seguramente sempre haverá um amanhã
Que compense minha falta de visão,
Pois sempre nos darão uma segunda oportunidade
Para que tudo se arrange perfeitamente.
Sempre haverá outro dia
Para dizer “Eu te amo”
E seguramente haverá outra oportunidade
Para dizer “Posso te ajudar?”
Mas no caso de estar enganado,
E que hoje fosse o último dia,
Gostaria de dizer-lhe o quanto te amo
E Deus queira que nunca nos esqueçamos disso.
Ninguém tem a vida garantida
Nem os jovens, nem os velhos,
E talvez hoje seja nossa última oportunidade
De abraçar com força quem amamos.
De modo que, se você espera até amanhã,
Porque não fazê-lo hoje?
Porque se o amanhã nunca chegar
Você certamente lamentará o dia
Em que não teve tempo
Para sorrir, abraçar ou beijar,
E estava ocupado demais para dar a alguém
O que seria seu último desejo.
Portanto, abrace quem você ama hoje
E lhe sussurre
O quanto o ama
E que será para sempre.
Guarde um tempo para dizer “Sinto muito”;
“Perdoe-me, por favor”; “Obrigado”; “Não se preocupe”.
E se o amanhã nunca chegar
Você nunca lamentará o que fez hoje.




Referência:


RITTNER, M . Aprendendo a Dizer Adeus.  Planeta, 20004 in SOARES, E. G. B; MAUTONI, M. A. A Conversando sobre o Luto. São Paulo: Ágora, 2013.

Colaborou: Patrícia dos Santos - Psicóloga