terça-feira, 26 de agosto de 2014

Como se comportar num velório (parte 3):

Finalmente chegamos ao fim do nosso ciclo sobre “Como se comportar num velório”.
Abaixo repassamos mais algumas dicas de acordo com especialistas.
Para ver a parte 1 clique aqui !
Para ver a parte 2 clique aqui !

7- Fazer visitas, só com consulta prévia
A não ser que você seja muito íntimo da família. Escolha em ir 
ao enterro ou a missa de sétimo dia, ao invés de logo fazer visita na 
casa da família enlutada.
Os enlutadas muitas vezes não voltaram a dormir uma noite inteira de sono, 
alguns não estão se alimentando e este início querem somente os mais íntimos
e descansar na sua casa.

8- Reflita antes de falar
A volta da família enlutada ao dia a dia das reuniões sociais, compromissos gera muitas dúvidas e inseguranças de quem quer o bem da família.
O medo de dizer alguma palavra inadequada, muitas vezes nos afasta da família. Nem sempre é necessário falar palavras de pesar. Dê preferência a falar algo assim: "Estou tão feliz de ver você aqui". Já “tocar no assunto assim que a pessoa aparece não é o correto” relata Célia Ribeiro  especialista em etiqueta de Porto Alegre. Na dúvida, troque os papeis e reflita como você gostaria de ser tratado.

9- Mantenha a discrição
A importância da sua presença no velório ou no cemitério dependerá muito do seu comportamento.
"Ao chegar no velório, fique um minuto na frente do caixão, em sinal de respeito mesmo que você não seja religioso" reafirma Célia.
Evite cumprimentar a família quando ela estiver aguardando a retirada do caixão do local do velório nem faça questão de falar com a viúva caso ela esteja em choro compulsivo ou afastada.
Caso você seja amigo do falecido e não conhece a família, apresenta-se a alguém próximo, dizendo que admirava muito a pessoa e peça a ela que faça a intermediação entre a família enlutada e você.
Para a família enlutada, conhecer colegas que gostavam do falecido é em geral um bálsamo, um alento para os familiares. Atualmente a expressão: "meus pêsames" diga-se de passamos que é muito antiquada. Substitua-a por "sinto muito" e dê um abraço em silêncio. 

Referências:
LUFT, L.Perdas e GanhosLuto e Renascimento. 1. ed. SARAIVA, 1990.

REVISTA DIRETOR FUNERÁRIO. São Paulo. Ano XVII N º 218, junho de 2014.
Colaborou Tássia Hostin - Assistente Social  - CRESS 4237
Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.

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