quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Assistente Social no Setor Funerário

Símbolo da profissão do
 Assistente Social
Já faz algum tempo que o Assistente Social (profissional que faz faculdade de Serviço Social) vem se destacando no setor funerário. Isso deve-se ao fato do profissional ter um olhar diferenciado ao indivíduo e sua família.
Em cada região, estado e localidade, o assistente social trabalha de formas diferentes.Um dos papéis do Assistente Social no setor funerário pode ser o de acolher a família no momento do óbito do ente querido, além de orientar sobre quais os procedimentos que a família deverá realizar.
É fundamental no exercício da profissão recriar e repensar o fazer profissional diariamente, pois; a perda do ente querido é uma das mais difíceis de se enfrentar.
Após a orientação de "o que fazer no momento do falecimento do ente querido", alguns desses profissionais vão a velórios se for necessário, ouvem os relatos e orientam a família.
Além do sentimento da perda, do sofrimento, a família após o falecimento do ente querido, tem que tomar muitas decisões e resolver trâmites burocráticos como seguro de vida, pensão por morte e principalmente o registro de óbito dentro do limite de dias estabelecido e o Assistente Social é o profissional "chave" para orientar e encaminhar a família neste momento tão delicado.
Além da experiência adquirida na graduação através do estudo teórico, para trabalhar com o tema do luto é necessário que o Assistente Social primeiramente tenha afinidade e curiosidade com o assunto, pois, este tema é pouquíssimo abordado nas universidades e na sociedade vem ganhando espaço, embora de forma gradativa.
A partir do momento que o Assistente Social passa a trabalhar com famílias enlutadas, o mesmo deve ir em busca de cursos, artigos e leituras que proporcionem maior conhecimento sobre o tema - luto. Embora a experiência do dia a dia com as famílias enlutadas, do acolher, do ouvir, do orientar é uma das mais ricas que este profissional adquire.
O Assistente Social no setor funerário, pode gerenciar as ações sociais que os planos de assistência familiar  desenvolvem (bem como dia do idoso, dia da criança, dia do trabalhador, campanhas como Outubro Rosa e Novembro Azul), aplicar treinamentos, pode realizar a mediação entre o plano familiar e a empresa parceira/conveniada, além de orientar o cliente sobre o empréstimo de material de recuperação.
Enfim, há um leque de ações que o assistente social pode desenvolver num plano de assistência familiar, basta ele ser proativo e ter autonomia para criar e replicar o seu conhecimento.




O Boa Vida conta com assistente social há 8 anos !




Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida - 
Especilista em gerontologia
E-mail: tassia.hostin@boavida.com.br

Um comentário: