terça-feira, 26 de maio de 2015

A Saudade ...por Carlos Hilsdorf



Saudade, uma das mais belas palavras da língua portuguesa e um dos mais intensos sentimentos que podemos experimentar na existência. 
Quando associada a uma pessoa, a saudade é um tipo de dor, uma ausência, um vazio imenso. Chega a ser tão intensa que pode ser sentida fisicamente como uma dor diferente de todas as outras. É como se a pessoa estivesse muito próxima, mas não pudéssemos tocá-la... Por isso digo, que saudade é a presença constante de alguém ausente.

Ela também é uma ponte entre o presente e o passado. Acontecimentos marcantes, alegrias intensas, fases e idades anteriores, tudo isso possui magia e poesia observadas da ponte da saudade. O tempo e a distância evidenciam o valor das coisas mais simples.

Mas não seja um prisioneiro da saudade! Viva intensamente o presente. Deixe que a saudade seja uma cena de um filme em que você é o protagonista. Um filme que ainda lhe reserva as melhores cenas da história! 
A saudade não deve te aprisionar ao que já passou. A vida continua valendo a pena e ainda vai lhe oferecer muitas oportunidades de sentir novas e melhores saudades a cada instante.

Paz e Alegria! 



Por Carlos Hilsdorf

Colaborou Tássia Hostin - Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.
Assistente Social CRESS 4237
E-mail: tassia.hostin@boavida.com.br 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Encontro: sobre Perdas e Processo de Luto I (maio/2015)

         No dia 19 de maio, Patrícia e Tássia ministraram para alguns colaboradores do Boa Vida um treinamento sobre Perdas e Processo de Luto I  que preferencialmente foi chamado de Encontro, haja visto que, o sucesso só seria e, foi possível, porque todos participaram ativamente e se entregaram para as vivências propostas.


     Patrícia a psicóloga que falou sobre perdas e o processo de luto relata que: "Este encontro foi para refletir sobre as perdas que acontecem o tempo todo em nossas vidas; seja a perda de status/posição social, do emprego, a mudança de cidade/bairro e por fim, a mais dolorosa perda que é a morte de alguém querido e significativo. Outro objetivo deste Encontro, foi refletir sobre o sentido que damos ou que buscamos dar as nossas vidas. Foi um encontro marcado por momentos de interiorização, reflexão e emoção.


Abaixo fotos dos Encontros : 



sexta-feira, 15 de maio de 2015

15 de Maio - Dia do Assistente Social

         Com as transformações ocorridas nas últimas décadas, a categoria profissional dos assistentes sociais tem surgido novas habilidades e competências, impulsionando-os a buscarem uma atuação diferenciada. 

         É preciso “quebrar” o estigma de que o assistente social atua de maneira assistencialista – como já dizia o ditado popular, Não basta dar o peixe, mas é necessário ensinar a pescar”Sob essa perspectiva entendemos que o assistente social deve atuar de maneira a perceber os indivíduos em sua totalidade, ou seja, as relações que o envolvem; dessa maneira, com o olhar ampliado o indivíduo é percebido como um ser biopsicossocial.

       

 "É com muita satisfação que parabenizo a todos os profissionais da área, e com um carinho especial Tássia Hostin que é a Assistente Social do Boa Vida, que divide comigo todos os dias, as dores e as delícias de atuar no 
ramo funerário. 
Dores porque nos percebemos muitas vezes, frágeis diante do sofrimento alheio e Delícias, porque percebemos a importância de nosso papel e o significado atribuído ao atendimento humanizado, multiprofissional, que se reflete no olhar de gratidão e de carinho da família que atendemos, porque aqui a família percebe sua dor validada, mas acima de tudo respeitada".

PARABÉNS PELO DIA DO ASSISTENTE SOCIAL TÁSSIA!!!!!



  Colaborou Patrícia dos Santos - Psicóloga do Boa Vida.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Você conhece o Maio Amarelo?

 Para reduzir o número de acidentes no trânsito, chegou o Movimento Maio Amarelo, um convite a reflexão do nosso comportamento no trânsito.

Vamos juntos dar preferência para a vida. Compartilhe essa ideia.

Nós do Boa Vida apoiamos o Maio Amarelo. Para maiores informações acesse: www.maioamarelo.com




quinta-feira, 7 de maio de 2015

O que leva uma pessoa a pensar em ser mãe?

Prezados(as) leitores, nesta semana que antecede o dia das mães, tivemos a colaboração do texto abaixo de uma mãe que trabalha no Boa Vida!
Desejamos a todas as mamães um "Feliz Dia das Mães"!

A todos(as) uma ótima leitura!

O que leva uma pessoa a pensar em ser mãe?

São tantas preocupações. Quem é mãe ou pai e nunca pensou que o filho pode se ferir, imaginou ele caindo, pensou que podemos colocá-los no mundo e simplesmente as circunstâncias o tirarem de nós. Quem trabalha neste meio como eu sente um aperto cada vez que uma criança ou adolescente falece. Acho difícil alguém dizer que nunca, principalmente as mães/pais.

O que dizer do sentimento de colocar outro ser no mundo, as angústias de ficar sem dormir pois o filho está gripado, o medo de ele não acordar, a sensação de estar acontecendo algo de errado quando está longe. Os sentimentos são muitos e dos mais diversos. Nós, pais, somos iguais as crianças, que num dia chora, ri, fica chateado... vários sentimentos ao mesmo tempo e todo este turbilhão nos deixa exaustos, sem vontade de fazer nada, só deitar a cabeça no travesseiro e dormir para enfrentar no dia seguinte mais um turbilhão de sentimentos.

Depois temos a rotina de trabalho diária, que com a modernidade precisamos enfrentar para podermos dar o conforto necessário para a família. Temos que enfrentar todos os sentimentos num único dia. As vezes saímos de casa já estressados com filhos, família e temos que enfrentar a rotina fora no trabalho, os afazeres domésticos e pensar o que vai fazer no almoço, janta etc...

Mais afinal, pra que ter um filho? Pra que ser mãe se é tudo tão difícil hoje em dia, se as pessoas vem e te dizem que ter filho é ruim, que você vai ver só como é e blá, blá, blá. 
Bom, eu posso dizer que ter um filho nos torna mais humanos, nos deixa mais serenos e amorosos. Aprendemos a amar realmente quando nos tornamos mãe/pai. Antes até podemos amar, mais ainda há aquele amor egoísta, imaturo. Depois que se é mãe/pai, nós tiramos uma parte do nosso coração e depositamos num novo ser, e isso....isso é para sempre, aconteça o que acontecer.











Escrito por Simone Grabner Tanaka - Assistente Administrativa do Boa Vida -Escritório de Indaial.
Homenagem a filha Paula.