quarta-feira, 30 de setembro de 2015

01 de outubro Dia Internacional do Idoso

Envelhecer faz parte da vida;
Por mais estranho que pareça, PENSE como é bom envelhecer, aproveitar a vida, as experiências e tirar lição dela.
Reflita: muitas pessoas gostariam de ter construído famílias;
De ter levado o filho para escola;
Te der levado a filha no altar;
De ter sido avó;
De pelo menos uma vez na vida ter se preocupado com as rugas... e 
essas pessoas não estão mais entre nós...



Reflita: se você está envelhecendo, é sinal de que está vivo e por que não, aproveitar a vida da melhor maneira?

Agradeça mais;
Sorria mais;
Reflita antes de dar aquela resposta áspera;
Ajude o próximo;
Filtre seus pensamentos para que eles sejam positivos;
Aprecie a natureza;
Exercite-se;
Trate bem os animais;
Seja gentil com as pessoas;
Enfim sonhe, crie metas independente da sua idade, 
você está vivo e sonhar é o combustível da vida!


Neste dia especial dia 01 de outubro - Dia Internacional do Idoso, nós do 
Boa Vida queremos desejar a todos os clientes, parceiros, colaboradores que são idosos, que tenham muita saúde, entusiasmo e felicidade para que envelheçam de forma sadia e tranquila!


  




Observação: imagens meramente ilustrativas.
Colaborou Tássia Hostin –
Coordenadora do Serviço Social Boa Vida
                                                                             E-mail : tassia.hostin@boavida.com.br 

Palestra "Espiritualidade e Morte"

Nos dias 22 e 23 de setembro ocorreu no auditório do Boa Vida a palestra ministrada pela Dorita Krieger - Psicóloga com o título: "Espiritualidade e Morte".
Dorita abordou como cada religião lida com a questão da morte e explanou rapidamente sobre o luto.

Abaixo, fotos dos participantes da palestra:






Colaborou Tássia Hostin –
Coordenadora do Serviço Social Boa Vida

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

I Simpósio de Psicologia Hospitalar do Hospital Santo Antônio

              Com objetivo de aprimorar conhecimento, no último dia 16/09 Patrícia  - Psicóloga e Tássia - Assistente Social ambas colaboradoras do Boa Vida, participaram do
"I Simpósio de Psicologia Hospitalar do Hospital Santo Antônio".
O simpósio foi organizado pela equipe do Setor de Psicologia do hospital, reuniu profissionais da saúde, representantes do Conselho Regional de Psicologia e acadêmicos do curso de psicologia.
Segundo os responsáveis pela organização: "A necessidade de compartilhar as experiências do serviço de psicologia hospitalar é uma oportunidade para que profissionais atuando fora dos hospitais possam tomar conhecimento do que é realizado com os pacientes ou clientes. A significação do medo, da dor, do medo da morte e como lidar com estes conflitos com o paciente e seus familiares foram alguns dos tópicos em discussão".

Além de obter conhecimento, as colaboradores estreitaram as relações com o setor de psicologia do hospital.

Abaixo fotos de Patrícia e Tássia:




Acesso em 17/09/2015. 

Colaborou Tássia Hostin –
Coordenadora do Serviço Social Boa Vida

Como conversar com crianças sobre luto, morte ...


         
 
Segundo a Dra. Rélim Angonese Hahn  - Psicóloga (CRP 07/11884), especialista em luto, psicoterapias breves e espiritualidade por menor que seja a criança, diante do falecimento do ente querido, ela percebe o que está acontecendo e é comum que ela sofra em silêncio, por receio de entristecer os familiares com a sua dor.
Por isso, facilite para que a criança vivencie as reações de luto no momento da perda, incluindo-a no compartilhar da família. Acredite na força interna que ela possui.

Como dar a notícia?

• Seja verdadeiro, fornecendo informações claras e sem exagero.
• Alguém que a criança confia deverá dar a notícia, dizendo que a pessoa morreu e que todos estão muito tristes com isso, escolhendo um local tranquilo e familiar da criança.
• Não tente proteger a criança, afirmando que a pessoa está dormindo ou viajando. Reforce que a pessoa não irá voltar, que ela não optou por morrer e que isso não significa que o mesmo acontecerá com os demais familiares.
• Ao dar a notícia, mantenha-se próximo da criança, confortando-a no momento e posteriormente, deixando-a sob os cuidados e apoio de um cuidador afetuoso, se você precisar ausentar-se.
• Abra a possibilidade de fazer perguntas e tê-las respondidas honestamente. Fale só o necessário e o que ela perguntar. Algumas respostas podem ser construídas em conjunto e com o tempo.
• Não se surpreenda com reações aparentemente sem emoção ou inapropriadas no momento da notícia. Reconheça as limitações e capacidades de uma criança de compreender o que está acontecendo.
• Permita que a criança experimente a dor em seu próprio ritmo.
• Combinem o que será dito em família para que todos falem a mesma linguagem.

As crianças devem participar do funeral?

É importante para a criança participar do funeral, mas precisa-se respeitar o desejo dela, assim como respeitar o tempo de permanência que ela tolerar e de preferência pouco tempo.
• Escolha momentos mais propícios, evitando levá-la na abertura da sala velatória e no fechamento da urna, para preservá-la do impacto frente a possíveis reações de desespero dos adultos.
• Prepare-a antes, explicitando as questões práticas de um velório e o que a criança irá encontrar.
• Preferencialmente, alguém que a criança confie deverá acompanhá-la, segurando-a no colo ou pela mão para que se sinta mais segura.
• Não a force a nada, como chegar perto da pessoa falecida, encostar ou beijá-la.
• Mantenha-se disponível para responder perguntas sobre velório, urna, enterro, etc.


Como lidar com crianças que sofreram essa experiência?

• Evite, sempre que possível, outras mudanças, como troca de residência, de escola, mudanças de planos e programações. Preserve a permanência da rotina da criança.
• Reafirme constantemente que ela é amada e que foi amada pela pessoa perdida.
• Dê especial atenção às lembranças e sentimentos da criança. Ofereça uma escuta continente, ou seja, um espaço para permitir à criança falar de suas possíveis culpas, revoltas, auxiliando-a para a organização de seus pensamentos.
• Limites são tranquilizadores e necessários para as crianças, mesmo para as que sofreram essa experiência, portanto, não as superprotejam.
• Não tente substituir a pessoa falecida, pois cada pessoa é única. Auxilie a criança a enfrentar e compreender a falta.
• Busque o auxílio de um psicólogo se perceber reações intensas e persistentes, como, por exemplo, um cuidado compulsivo com outras pessoas, forte autoacusação, euforia em demasia, acidentes constantes e queixas de problemas de saúde semelhantes ao da pessoa perdida, longo período de rejeição de alimentos e transtornos do sono.



Texto elaborado pela psicóloga clínica Rélim Angonese Hahn (CRP 07/11884), especialista em luto, psicoterapias breves e espiritualidade, por iniciativa e solicitação do CEEM FGV – Centro de Ensino Empresarial, instituição conveniada da Fundação Getulio Vargas. Contato: relim.hahn@gmail.com


Acesso em 14/09/2015. 

Colaborou Tássia Hostin –
Coordenadora do Serviço Social Boa Vida

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Agradecimento a você cliente pela confiança e respeito !!!

          Prestes a completar 17 anos de prestação de serviço no ramo de assistência familiar, nós do Boa Vida queremos agradecer toda credibilidade que você cliente tem conosco desde o início da nossa trajetória.
Trabalhar com a questão da morte, proporcionando á família um planejamento em e de vida para um dos momentos mais difíceis que é a partida; numa sociedade que tem o costume de abafar o assunto ou deixar para depois, tornou nosso trabalho desafiador desde o início do projeto lá em dezembro de 1998.
Porém, acreditamos que quando colocamos amor, entusiasmo e confiança em nossos projetos a chance de realizarmos e alcançarmos os objetivos com sucesso é muito grande.


Nós do Boa Vida não temos a intenção de fazer você sofrer ao contratar um plano funeral antecipadamente.


Nosso objetivo é levar tranquilidade e direcionamento na ocorrência do falecimento do ente querido através de algumas ações realizadas como:

  • Indicar quais os caminhos a percorrer;
  • Alertar sobre quais decisões que a família terá que tomar;
  • Proporcionar uma despedida digna e respeitosa diante do falecimento do ente querido, dentre tantas outras formas das quais nós podemos lhe auxiliar.

Neste dia especial, que é o seu dia CLIENTE, parabenizamos à todos vocês que desde 1998 são a nossa razão de existir, nos impulsionam a querer sempre mais inovação em nossos serviços e a evoluir.
A você nosso cliente, nosso MUITO OBRIGADO!

Abaixo, alguns relatos dos elogios que recebemos dos clientes sobre a assistência funeral:





 * Nomes fictícios.
Colaboraram Tássia Hostin  e Patrícia dos Santos
Serviço Social Boa Vida
E-mail : servicosocial@boavida.com.br