terça-feira, 26 de abril de 2016

Veja a forma adequada de usar as novas reações no Facebook ao curtir uma foto/frase


Há alguns meses os usuários do Facebook estão utilizando as novas carinhas para demonstrarem aprovação ou não diante de algo postado pelo seu colega ou página que segue.
Para as novas opções aparecerem, o usuário tem de manter pressionado o ícone do botão “curtir”. Ao passar o dedo sobre as imagens, elas interagem, cada um conforme a sua emoção.


Mas é necessário ter cautela em  usar tal emoji/figura, para que esta não fique fora do contexto ou post adequado e cause constrangimentos desnecessários. Os novos botões são justamente para você não usar o Curtir na "hora errada". Veja os significados e como usar cada nova reação do Facebook adequadamente no seu feed. 




Curtir


 Esta reação já é utilizada desde o início para os comentários, postagens e fotos em que o usuário é de acordo.

Porém para várias pessoas, o botão “Curtir” não era capaz de demonstrar o quanto você gostou/aprovou algo.





Amei

 Essa reação é para demonstrar o quanto você gostou e amou o acontecimento ou a foto postada.




                Haha




O “Haha” é voltado para conteúdos engraçados, substituindo até mesmo os antigos comentários de risos (rsrsrs).

Haha é a reação oficial da zoeira no Facebook ou para coisas engraçadas postadas.
Além disso há quem o use para ser irônico, sarcástico ou demonstrar um pouco mais de simpatia que o simples “Curti”.  


Uau

O Uau é o botão ideal para quando algo lhe surpreende no Facebook. Caracterizada por um figura boquiaberto, a reação pode ser usada para situações surpreendentes, sejam boas ou ruins.



 Triste

Esta reação é uma das mais aguardadas. O “Triste” é um botão que se encaixa bem a situações nas quais o “Curti” pode soar ofensivo ou simplesmente não cair bem. O exemplo clássico disso é quando seu amigo publica algo triste ou anuncia a morte de um familiar. Muita gente utilizava a "curtida" para se manifestar de alguma forma.  Agora a forma correta é utilizar esta emoção principalmente em notícias tristes, de falecimentos, acidentes, roubos e derivados.



Grr

O “Grr” é o botão mais próximo à ideia do polêmico “Não Curti”. Caracterizado por uma figura irritada, a reação pode ser usada para demonstrar raiva ou total desaprovação com o conteúdo publicado na rede social. Assim, é preciso ter cuidado ao usá-lo para não magoar ou causar conflitos com os seus amigos.
Grr é uma reação de raiva para quem não gostou de uma publicação no Facebook
O “Grr”, já vermelho de raiva, mexe a cabeça para o lado em sinal de desaprovação.


“Muitas pessoas compartilhavam com a gente que gostaria de mais formas de se expressarem”, diz Sammy.



Referência:


Acesso em 25/04/2016




Acesso em 25/04/2016


Colaborou Tássia Hostin de Deus-Coordenadora do Serviço Social Boa Vida.
E-mail: tassia.hostin@boavida.com.br

quarta-feira, 20 de abril de 2016

7 coisas que ninguém te conta sobre perder um dos pais na infância


"Quando se trata do meu pai, minha memória é meu maior bem — e meu maior inimigo". Por Gena-mour Barrett





1. As pessoas sem querer vão menosprezar sua dor.

Meu pai morreu de câncer no pâncreas aos 38 anos em 29 de setembro de 1999, 39 dias antes do meu aniversário de 7 anos.
Eu costumava ficar na defensiva quando as pessoas achavam que eu poderia não ter entendido a magnitude do que aconteceu. Elas me diziam que eu tinha “sorte” porque “pelo menos isso aconteceu quando você era pequena”, e eu insistia que sabia e lembrava de tudo em uma vã tentativa de validar minha própria experiência. Todos nós somos culpados de hierarquizar o sofrimento: presumimos que morrer dormindo não é tão terrível quanto morrer de câncer, que a perda de um avô não é tão trágica quanto a perda de um dos pais. E presumimos que perder um dos pais na infância — quando você aparentemente é incapaz de compreender plenamente a situação — talvez não seja pior do que perder um dos pais na idade adulta. Todos nós sabemos qual das opções nós preferimos, certo?
Levei um bom tempo para aceitar que, embora eu talvez não entendesse muito bem na época, não vejo muita diferença entre como eu me sentia e como me sinto hoje com respeito ao falecimento do meu pai. Cada um encara a morte de uma forma e, queira ou não queira, sua dor é só sua, e de mais ninguém.

2. Você vai entender sua perda com o tempo.

Compreender a magnitude da minha perda não foi algo imediato. Eu mal “fiquei de luto” pela morte do meu pai quando era criança. Eu chorei uma ou duas vezes; depois, eu continuei, ocupada demais sendo jovem e recebendo o amor da minha mãe e da minha tia. De algumas formas, eu realmente me sentia uma pessoa de sorte. Eu tinha um bom relacionamento com minha mãe e, de modo geral, continuei a ter uma infância feliz.
O peso da minha dor veio em pequenas doses, em momentos aleatórios da minha vida. Veio quando eu estava sentada na parte de trás do carro de uma amiga e escutei uma conversa entre ela e seu pai sobre o que eles comeriam no jantar. Veio quando eu vi meus colegas de escola com suas mães e pais na noite dos pais. Veio nos vários Dias dos Pais, quando eu brincava com ar de satisfação por não ter de gastar dinheiro e, em seguida, me perguntava como seria se eu realmente tivesse um pai com quem gastar dinheiro. Foi vindo, vindo e vindo. As ondas batiam cada vez mais fortes sobre mim até que, 13 anos após a morte do meu pai, na primeira fileira do velório do meu avô, comecei a chorar. Chorei pelos momentos que eu e meu pai nunca passamos juntos e nunca passaremos, e finalmente entendi como minha situação era terrível. Perder um dos pais na infância significa que você assimila sua perda ao longo do caminho. Você não só aprende a viver sem um dos pais, mas acaba aprendendo o que isso significa.

3. Você vai aprender a preencher as lacunas por conta própria.

Perder meu pai aos 6 anos era como ter uma lousa quase inteiramente em branco na qual eu devia desenhar quem meu pai era. Eu sabia que ele estava estudando para ser advogado, que ele fumava de vez em quando e que ele era muito bom em me carregar nas costas. Todo o resto eu tirei de lembranças fragmentadas de segunda mão de outras pessoas para me ajudar a entender quem ele era e, por sua vez, quem eu sou. Foi dele que eu aparentemente herdei o nariz e os olhos e, de acordo com minha mãe, meu grande sorriso. Muitas vezes, porém, meu pai parece mais um personagem fictício do que uma pessoa real, alguém cujas qualidades posso mudar à vontade para atender às minhas próprias fantasias e caprichos infantis. Com apenas três anos de lembranças tangíveis para escolher, meu pai pode ser basicamente quem eu quiser que ele seja.


Para falar a verdade, às vezes dou graças a Deus de nunca ter conhecido por mim mesma as falhas do meu pai. Ele não viveu o suficiente para me magoar, me decepcionar ou discutir comigo. Ele é o protagonista perfeito em minha própria história inventada. Minha última lembrança dele é de um homem moribundo que, apesar de ter poucos minutos de vida, conseguiu pronunciar um “adeus” rouco à sua filha de 6 anos enquanto ela saía do quarto de hospital pela última vez. Que falha eu poderia encontrar nisso?

4. Você tem medo de um dia não lembrar mais da pessoa que morreu.

Depois que meu pai morreu, eu costumava fazer um jogo em que eu me sentava na cama e me testava para ver se ainda me lembrava bem do rosto dele. Eu pensava nos olhos dele, no nariz e me imaginava passando as mãos em cada ruga na testa dele. Com o passar dos anos, a brincadeira ficou menos frequente e comecei a lembrar cada vez menos. Os detalhes do rosto dele foram ficando cada vez menos distintos; eu já não lembrava mais o timbre da voz dele. A imagem de meu pai mudou de uma foto bem nítida para uma aquarela embaçada, e fiquei com medo de estar esquecendo dele.
Quando você perde um dos pais na infância, você não tem muitas lembranças para escolher. Você se apega às poucas memórias preciosas que você tem e, então, começa a entrar em pânico quando até a silhueta da pessoa fica embaçada. Tenho muito medo de esquecer completamente do meu pai. Eu me imagino passando por ele em uma rua movimentada e me pergunto se eu sequer o reconheceria. Quando se trata do meu pai, minha memória é meu maior bem e meu maior inimigo.

5. Talvez seja o momento em que você descobre que as pessoas nem sempre mantêm a palavra.

Não me lembro muito do velório do meu pai, mas, como quase todas as crianças, eu me lembro das promessas. Vou manter contato; ligue para mim sempre que quiser; você pode me pedir qualquer coisa. As palavras se derramavam da boca de muitos que olhavam para eu e minha mãe com cara de pena. Não demorou muito e já estávamos completamente sozinhas, e nunca mais vi a maioria dessas pessoas de novo.
Quando elas de fato apareceram, suas visitas foram aleatórias e irregulares no decorrer da minha vida: tentativas de compensar o tempo perdido em um único dia antes antes de desaparecerem novamente. As pessoas dizem um monte de coisas que elas não querem realmente falar quando sentem pena de você. Elas prometem mundos e fundos quando mal conseguem dar um telefonema, sem se dar conta do efeito que esse tipo de promessa quebrada tem sobre uma criança. Eu cresci esperando muito pouco dos outros, o que fez com que fosse mais fácil lidar com as decepções, mas também tornou as surpresas agradáveis ainda melhores. Essa foi minha primeira lição sobre ceticismo, e tive que me lembrar dela muitas vezes.

6. Haverá pouquíssimas pessoas que conheceram você quando tinha os dois pais.

Eu tenho uma amiga que conheceu meu pai. Só uma. Ela veio à minha casa depois da escola, e ele entrou na sala enquanto estávamos sentadas no sofá. Ela comentou como ele era alto, e eu me lembro de ficar toda orgulhosa. Ela é uma das poucas pessoas que me conheceram antes e depois. Desde então, cada amigo que fiz me conhece como uma pessoa com apenas um dos pais, e essa se tornou uma característica que define minha identidade. Se eu tivesse de me apresentar em uma frase, eu diria: “Oi, meu nome é Gena-mour, sou de Escorpião e — vamos tirar isso do caminho agora — meu pai já morreu.”
De vez em quando, sinto como se faltasse uma pequena parte de todas as minhas amizades por causa disso, como começar um livro com o primeiro capítulo arrancado. Por melhor que uma pessoa venha a me conhecer, ela nunca terá me conhecido quando meu pai estava vivo. Assim como eu, ela só vai conhecer a ausência dele. Agradeço a Deus por aquela única amiga que conheceu meu pai em uma tarde cinzenta depois da escola. Ela é um lembrete perfeito de que houve uma realidade em que meus dois pais existiam ao mesmo tempo.


7. Você finalmente vai aprender a aceitar a mão que a vida te estendeu.

Quando você perde um dos pais na infância, você só pode esperar que haja uma pessoa viva que o ame o suficiente para tornar sua perda um pouco menos trágica. Durante os últimos 17 anos, tem sido eu e minha mãe. O vazio que meu pai deixou abriu espaço para prosperarmos como uma dupla, nos apegando uma à outra como em um mecanismo de sobrevivência contra crueldades casuais da vida e nos tornando o mais próximas que mãe e filha podem ser.
Gosto de imaginar que, se meu pai pudesse ver a mim e minha mãe agora, ele veria que estamos bem, e acho que ele ficaria muito, muito orgulhoso. Desde que nós duas estejamos aqui, tudo vai ficar bem, e o melhor de tudo é que, no final, realmente podemos estar bem.
Gena-mour Barrett is a junior staff writer for BuzzFeed UK and is based in London.


Por Rebecca Hendin


Acesso em 07/03/2016


Colaborou Tássia Hostin de Deus -
Serviço Social Boa Vida

E-mail: tassia.hostin@boavida.com.br

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Borboletas - Por Fabíola Simões

Acabo de concluir a leitura do inspirador “A Roda da Vida”, de Elisabeth Kübler Ross.

O livro surpreende em muitos aspectos e me fisgou num momento especial, de fechamento de ciclos.
Como acredito que nada é por acaso, senti-me recompensada, como se minha intuição fosse autêntica.
A autora, uma psiquiatra suíça que tratava pacientes terminais, estudou a morte e o processo de morrer e ajudou milhões de pessoas ao abordar a morte como “a suprema crise com a qual as pessoas precisavam lidar”.
Num dos capítulos do livro _”Borboletas”_ Elisabeth conta sua visita a um campo de concentração nazista logo após a segunda guerra.
Dentro dos alojamentos de Maidanek, uma das tristemente famosas usinas da morte de Hitler, Elisabeth se perguntava: “Como é que as pessoas, especialmente mães e crianças, sobreviviam no decorrer daquelas semanas e dias antes da morte que tinham como certa?” (…)
E enquanto observava as paredes dos alojamentos, pôde notar que dentre os desenhos e nomes gravados, uma figura se repetia muitas e muitas vezes.
Borboletas.
Por que?” ela se perguntava.

Por que borboletas?”
(…)
Vinte e cinco anos mais tarde, ela compreendeu.
Aqueles prisioneiros eram como seus pacientes terminais, que sabiam o que iria acontecer com eles. Sabiam que logo se tornariam borboletas. Ao morrer, estariam fora daquele lugar infernal. Não seriam mais torturados… Logo deixariam seus corpos da mesma maneira que uma borboleta deixa seu casulo.
Em uma cultura determinada a varrer a morte para debaixo do tapete e escondê-la ali, Elisabeth desafiou o senso comum ao trazer e expor essa etapa final da existência para que não tivéssemos mais medo dela”.
Ao contrário, nos faz refletir sobre o viver, sobre as escolhas que fazemos_ o livre arbítrio_ e as consequências da vida que levamos na hora de partirmos.

O maior dom de Deus para o homem é o livre arbítrio. Mas isso requer responsabilidade”.
Temos a responsabilidade de fazer as escolhas certas, as melhores que pudermos, pois toda atitude afetará outras pessoas e vidas também.

Às vezes, a escolha certa é simplesmente abandonar. Desistir. Aceitar a morte de um tempo, de alguns sonhos, de vários desejos, de pessoas que deixaram de fazer parte , de nós mesmos_ fechando ciclos.
Uma das coisas mais difíceis na vida é deixar algo que amamos para trás. Aceitar a morte é apenas uma das questões.
Como na morte, temos que nos despedir daquilo que achávamos que nos definia e não nos define mais.
As pessoas pensam que a morte é o único momento em que devemos estar fortes para abandonar nossa “casca”, nosso casulo, e voar. Não é. Durante a vida, morremos várias vezes. E temos que estar preparados para o voo. Enquanto insistirmos em habitar velhos casulos, cascas apodrecidas que não nos servem mais, deixaremos de crescer, amadurecer, fortalecer.
Não são só os doentes terminais ou refugiados dos campos de concentração que ainda são prisioneiros. Nós nos aprisionamos também.
E temos medo, como se desistir _dos sonhos, dos desejos, do passado_ fosse derrota. Ao contrário, desistir pode ser libertador…
Certas saudades são desnecessárias, ocupam um espaço que nos condena a viver pela metade… É necessário olhar pra frente, cercar-se de presente, valorizar cada segundo com os seus. Os seus…


 Por Fabíola Simões



Disponível em: http:// http://www.asomadetodosafetos.com/2013/04/borboletas.html. Acesso em 18/03/2016.



Colaborou Patrícia dos Santos
Psicóloga do Boa vida
E-mail: patricia.santos@boavida.com.br

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Boa Vida - Muito mais do que um Plano de Assistência ao Funeral

Neste ano de 2016 o Boa Vida completará 18 anos, ou seja a maior idade.
Foi um desafio muito grande idealizar, criar e construir raízes através de um plano de assistência familiar, tanto em Blumenau quanto nas cidades vizinhas (estamos falando lá do final de 1998).
Tudo bem que a questão do luto vem aos poucos ganhando espaço, mas o início dessa idealização realmente foi árdua.

O objetivo principal do Boa Vida é prestar assistência familiar no momento mais delicado que é o falecimento do ente querido.
Além disso o cliente tem direito em acessar a rede de parcerias, ou seja, ele recebe uma carteirinha e pode acessar através do site (clique aqui) os parceiros do plano (médicos, dentistas e demais estabelecimentos). Estes locais, darão o desconto ao cliente Boa Vida.

Outro benefício do cliente é utilizar de forma gratuita durante três meses materiais de recuperação como: andador, muleta, cadeira de rodas e de banho.

Por mais que tentamos relutar, ou não pensar, não há idade específica para usar um plano de assistência familiar, seja na assistência funerária, ou na área de parceiros ou empréstimo de materiais.

Ter um plano de assistência ao funeral é deixar sua família amparada e segura caso ocorra o falecimento.

Por isso não perca tempo e não espere passar pela dor da perda e pela grande parte burocrática que terá que enfrentar para pensar em ter uma plano de assistência ao funeral.


Acesse o site e faça já seu plano:






Colaborou Tássia Hostin de Deus -
Serviço Social Boa Vida


E-mail: tassia.hostin@boavida.com.br