quarta-feira, 5 de julho de 2017

Diferencial competitivo no setor funerário: Pessoas que enxergam pessoas






        Vivenciar a perda de alguém querido é uma experiência do qual nos provoca profundo entorpecimento, desorganiza, desloca. Já pensou se em um dos momentos mais difíceis da sua vida, ou seja, no dia em que a morte se fizer presente através da partida do seu ente querido; você pudesse além de contar com pessoas próximas de sua família ou amigos, contar ainda com uma equipe capacitada para lhe orientar, acolher, respeitar seu momento que, além de doloroso é também de muitas dúvidas e incertezas?

Dia após dia, percebo que a inovação no setor funerário vem dando espaço para algo que vai muito além de serviços prestados com qualidade (que aliás é o mínimo que a família espera), envolve o ser humano nas suas dimensões. Inovar neste setor requer ter como parte de sua equipe pessoas que enxergam pessoas, que inspiram segurança, que obtém as informações necessárias e as transmitem, favorecem a família uma escuta atenta as necessidades da mesma; que por vezes parece não estar muito claro nem mesmo para a própria família, já que a perda lhes “tira o chão”.

Outra forma de inovação é a inserção de profissionais de psicologia no setor funerário, o que demonstra antecipadamente ao cliente a preocupação com demandas emocionais advindas de perdas, e do ajustamento necessário à elaboração do luto. Oferece suporte e acolhimento necessários para aqueles que não encontram espaço tanto na sociedade quando no âmbito familiar para expressar o quão difícil é lidar com a morte, com a ausência e invisibilidade de quem partiu. Oferece um meio seguro para a expressão de sentimentos e auxilia na construção de um novo modo de seguir adiante, sem esquecer de tudo o que ainda vive e viverá daquele(a) que não estará mais acessível ao nossos olhos.

Internamente, o psicólogo capacita a equipe para esse atendimento delicado da família em crise pela morte de um dos seus, acolhe o profissional funerário que muitas vezes também é impactado pela causa (morte violenta), pessoa (criança, jovem por exemplo).

A qualidade dos serviços que é também medida em afeto é percebida constantemente por nós profissionais que diariamente recebemos elogios, abraços, carinho e palavras de gratidão de nossos clientes. E sabe porque? Por fazer exatamente aquilo que nos propomos a fazer... com amor, carinho, dedicação e com o coração. 
No final das contas a gratidão é nossa !!!!!!!






Escrito por Patrícia dos Santos - Psicóloga do Boa Vida - CRP 12/10686
E-mail: patricia.santos@boavida.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário